SÃO JOSEMARIA - O FUNDADORJosemaria Escrivá "viu" o Opus Dei em 2 de outubro de 1928, quando tinha 26 anos de idade, desde então começou a trabalhar na Obra que Deus lhe pedia. Sua história pessoal e a história do Opus Dei estão de tal modo unidas que é impossível falar de São Josemaria sem falar da Obra e vice-versa. Canonizado em 6 de outubro de 2002, a história de São Josemaria passa a ser também parte da história da Igreja.
Maria Fernanda considera neste artigo as semelhanças entre o Fundador do Opus Dei e São Thomas Moro, especialmente no que se refere à espiritualidade e à busca pela santidade no meio do mundo.
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Frei Vanderlei - religioso calvariano - faz um comentário do livro "São Josemaria Escrivá no Brasil", destacando modos de atuar que lhe chamaram a atenção na vida do Fundador do Opus Dei.
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Por ocasião da Canonização de São Josemaria Escrivá, o Côn. José Mayer Paíne, da Arquidiocese de São Paulo, descreveu, comovido, no boletim da Paróquia de Santa Generosa - que dirige como pároco faz mais de 50 anos! - os seus encontros pessoais com São Josemaria Escrivá, em São Paulo, nos dias 31 de maio e 4 de junho de 1974. O cônego Paíne atualmente conta 87 anos de idade e 62 anos de ordenação sacerdotal, e é um dos padres mais estimados dos Bispos e do clero em São Paulo.
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Gustave Thibon*, filósofo e escritor francês mundialmente conhecido, não pertenceu ao Opus Dei, mas em seu contato com a Obra não viu nada que a pudesse assemelhar a uma seita ou a um partido, pelo contrário. Entendeu bem a espiritualidade vivida por São Josemaria e a resumiu como “presença do cristão no mundo temporal, santificação do trabalho e, acima de tudo, do trabalho profissional”.
Na data do primeiro aniversário do falecimento de São Josemaria Escrivá escreveu as seguintes considerações.
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